segunda-feira, 29 de junho de 2009

Joguei o Fim de Semana (Parte I)

Neste fim de semana, joguei como não jogava há bastante tempo :) Teve um pouco de Brawl on line, finalmente terminei Ninja Town do DS (a última batalha é demorada e empolgante), mas o grande foco mesmo foi para o super-hypado-mais-esperado-de-todos-os-tempos-Jesus-Cristo-do-Wii, The Conduit.

E aí? Como é o jogo? Fuderoso mesmo?

Calma, vamos por partes. Como o post acabou ficando com um tamanho considerável, vou dividir em 2. Na primeira parte, comento todos os pontos positivos. Na segunda parte, comento os pontos que achei consideráveis” e os negativos.

O que ficou bom...

Os gráficos são bonitos?

Sem dúvida! Eles têm “aquele ar” de MetroidPrime, as texturas são bem feitas e aplicadas, os efeitos de partículas são deslumbrantes, o frame rate não cai nem com a bixiga-taboca, a movimentação de todos os personagens é bem realista, inclusive quando morrem (tou ficando com raiva ao ver games onde, depois que morrem, os personagem parecem um boneco de testes arremessados ao chão). Sem dúvida, a engine gráfica dos caras aproveita muito bem o poder gráfico do Wii.

Os controles são realmente customizáveis?

Putz! Fiquei impressionado pela quantidade de opções de customização. Tem coisas alí que nem me atrevi a mexer, a configuração padrão já é bastante amigável... Só que fui girar meu pulso esquerdo (mania minha) e: “fuuuum... BUUUUUM!”, lá se foi uma granada arremessada sem querer. “Ops, melhor reduzir a sensibilidade do Nunchuk... pode?” Pode sim! “Que massa!” Ajustei e ficou beleza. Só que teve uma coisa que me incomodou um pouco no início: A cada mínimo movimento que você faz com a mira, o personagem acompanha com a cabeça, isso dava uma tonteira danada. Ninguém consegue ficar com o Wiimote imóvel. E para isso NÃO tem customização, ao menos eu não achei! “E a configuração de dead zone?” Essa opção serve para limitar a área da tela onde você pode apontar antes do personagem começar a girar. Mas se você estiver mirando outros pontos dentro desta área, o personagem continua “balançando” a cabeça. Mas tudo bem, depois de um tempo me acostumei.

E as armas?

São muitas, bem trabalhadas e cada uma possui características bem particulares. São três grupos: Humanas, Alienígenas e Trust (organização secreta, humana). Cada uma delas tem uma característica especial: concentra energia, visão telescópica, múltiplos disparos, rebate nas paredes, tiro perseguidor... Você logo ficará apegado e especializado a alguma delas. Também é possível encontrar umas passagens secretas, nas fases, que te levam para uma sala onde existe um modelo ultra-mother-fucker de alguma dessas armas. Elas são avermelhadas, muito mais fortes, mas só vêm com a munição padrão e mais 1 recarga. Perfeitas para serem descarregadas nos chefes. Temos também as granadas: a clássica “joga-explode-mata”, a de luz "joga-clareia-cega" e a alienígena “joga-implode-mata”.

(Continua...)

2 comentários:

  1. gostei bastante do the conduit... porem fizeram tanta propaganda que chegou a decepcionar. não achei os gráficos tão bons assim, tem umas falhas grotescas...

    e tambem não gostei da mira automatica funcionar no modo online... torca muito facil serio mesmo

    mas eh um bom jogo,apesar de curto. vale a pena comprar o pirata, mas de forma alguma vale o original

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  2. comprar pirata? pqp o cultura nojenta desse Brasil.

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